O Super Bibliotecário!

Na tua opinião, quais seriam os super poderes do Super Bibliotecário?

Esta foi a pergunta que o Bibliotecas são Comunidades fez a Alexandra Vangsnes* – ilustradora americana e assistente de biblioteca residente em Paris. Respondeu-nos prontamente, com uma ilustração. Eis o resultado!

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E para vocês, quais seriam os super poderes do Super Bibliotecário?

*Quando não está a desenhar ou a ler, Alexandra Vangsnes gosta de tricotar, bordar, dançar ballet, jogar tarot, ouvir música folk, cozinhar, viajar e beber cerveja. Recentemente, abriu uma loja em linha – alexandravangsnes.etsy.com – onde podem encontrar/comprar os seus produtos.

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“Sabino e o bibliotecário pessimista”, por Nuno Gomes Garcia

Nuno Gomes Garcia (Matosinhos, 1978), finalista do Prémio Leya em 2014 com o seu romance O Dia em Que o Sol Se Apagou, aceitou o desafio de escrever um pequeno spin-off da sua primeira obra, O Soldado Sabino. A história de Sabino – um homem amaldiçoado – é construída e conjugada com momentos históricos com os quais a vida da personagem se cruza: o regicídio em Lisboa, o 5 de Outubro, a preparação do Corpo Expedicionário Português em Tancos, a participação portuguesa na Flandres e a batalha de La Lys.

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Nem só de livros se faz uma biblioteca

Quando vamos à biblioteca, o que esperamos encontrar? Livros, revistas, jornais, Cds e DVDs, com certeza. Mas… e se pudéssemos ter acesso a outros recursos para além destes?

Para as bibliotecas norte americanas, o conceito de “emprestar coisas” (loaning stuff) não é novo. Um exemplo: quadros emoldurados podiam ser requisitados na Biblioteca Pública de Newark (Nova Jersey) em 1904. Continue reading “Nem só de livros se faz uma biblioteca”

A função das bibliotecas, por João Guerreiro

João de Sousa Guerreiro (1988), Doutor em Informação e Documentação é actualmente formador na área da nova gestão bibliotecária, gestor cultural e coordenador de diferentes workshops de aproximação e promoção da leitura de expressão contemporânea.

Como novo membro do Bibliotecas são Comunidades, apresenta-nos a sua visão sobre a função das bibliotecas.

Há pouco tempo num jantar de amigos, a maioria do âmbito da gestão hospitalar, perguntaram-me qual era a função das bibliotecas. Já não sei bem o que respondi. Falei de informação, de livros e leitura, de cultura e que era um espaço de encontro da comunidade. Ao terminar a conversa uma amiga disse-me: “Esperava algo mais concreto, como a função dos hospitais que é curar e prevenir a doença”.

Nos dias seguintes lá estava a pergunta (da função) a martelar, a dar sinal que queria resposta. Lembrava-me das aulas de gestão na Universidade de Coimbra, onde mais que uma vez nos enfrentámos a essa questão, sem alcançar porto seguro, concluindo com algumas reticências que as bibliotecas cumpriam várias funções. Vinham-me à memória textos científicos de caráter epistemológicos dos primeiros anos de curso, o livro de Umberto Eco, os últimos versos do poema “Liberdade” do Pessoa, a conferência de Zélia Parreira1 sobre a falta de uma lei de bibliotecas públicas ou como chegar lá (muito recomendável) e algumas teorias da gestão empresarial que utilizei na minha tese de doutoramento. Muita coisa para poucos resultados. Continue reading “A função das bibliotecas, por João Guerreiro”

Pergunta do mês: Compra(s) todos os livros que lê(s)?

Compra(s) os livros que lê(s)?

No mês de Junho, o blog Bibliotecas são Comunidades colocou esta questão a um conjunto de 35 pessoas, com residência em Portugal, França e Espanha, servindo de amostra para uma curta análise da forma como cidadãos comuns adquirem os seus livros. Conclui-se, através do gráfico que se segue, que a modalidade de aquisição mais usual é a compra, seguida pelo empréstimo e, somente em terceiro lugar, a requisição em bibliotecas.

19679719_1831420906885069_1630556819_nGráfico: Número de vezes que cada modalidade é referida relativamente à totalidade dos inquiridos Continue reading “Pergunta do mês: Compra(s) todos os livros que lê(s)?”

Procurar para criar: entrevista a Eduardo Paniagua

Eduardo Paniagua (Madrid, 1952), um dos principais especialistas de música medieval em Espanha, concedeu-nos uma pequena entrevista onde nos mostra a importância das bibliotecas na sua carreira musical.

O que é para si uma biblioteca?

Um sitio maravilhoso para ir à procura de informação e onde se encontram coisas que não se procuravam ou que não se sabia que existiam. Continue reading “Procurar para criar: entrevista a Eduardo Paniagua”

Biblioteca sobre rodas

Nuno Marçal (1974) identifica-se como um bibliotecário-ambulante “que percorre com a Bibliomóvel as estradas, terras e gentes de Proença-a-Nova, levando o Livro, a Leitura, a Informação, o Conhecimento e sempre algo mais…“. Aceitou o desafio de nos mostrar um dia do seu trabalho numa biblioteca em movimento.

Alvorada

A história das Bibliotecas itinerantes em Portugal é rica, diversificada, carregada de imagens icónicas e papéis preponderantes na educação, cultura e sempre algo mais…entre aqueles que tiveram e têm o privilégio de usar e desfrutar dos seus serviços.

A Bibliomóvel de Proença-a-Nova é apenas e só um de muitos capítulos dessa história. As primeiras linhas começaram a ser escritas no dia 26 de Junho de 2006. Uma parceria entre o Município de Proença-a-Nova e Santa Casa de Misericórdia de Sobreira Formosa, através de uma candidatura ao programa Progride, que financiou a aquisição e transformação desta Biblioteca Pública sobre rodas. Continue reading “Biblioteca sobre rodas”